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domingo, 23 de novembro de 2014

Feminilidade esquecida

Olá irmãs, desabafo aqui um questionamento sobre o conceito de ser mulher no mundo moderno.
Hoje graças nossas antepassadas temos muitos direitos, sou grata por isso,posso votar, tenho voz audível na sociedade, e ainda há direitos que  não são plenos, como o de ganhemos o mesmo salários que os homens do mesmo cargo, ainda temos o que conquistar em nossos direitos, isto é um fato, mas não podemos perder a essência feminina em nós. De que adianta termos lugares conquistados se para estamos lá devemos ser cópias masculinizadas dos nossos parceiros. Por que para ser reconhecidas e vistas com seriedade temos que deixar elementos femininos de lado, como por exemplo negar nosso corpo suave, queimar sutiãs em uma forma de negação ao nosso seio alimentador, nossa vaidade, nossa capacidade de maternidade e nosso orgulho sobre a mesma? Por que ser mãe e esposa não podem ser orgulho juntamente com ser uma profissional realizada? Ai vemos o extremo oposto,mulheres que se mostram nuas sem necessidade aparente, achando que ostentar a nudez feminina e valorizar este conceito, não sou contra a nudez em protestos que esta atitude caiba, como por exemplo em marchas contra estupros, mas usar a nudez de forma vulgar, introduzindo símbolos religiosos em si não é a maneira correta de se passar uma informação de protesto a favor das mulheres, afinal existem mulheres seguidoras das religiões ofendias que não merecem ver isso,merecem nosso apoio independente a crença escolhida, mas ai vão dizer "estas religiões oprimem as mulheres", tudo bem, essa ainda não deixa de ser a forma errada de lidar com isso, essas atitudes só distanciam o diálogo entre religiões conservadoras e movimentos de direito das mulheres.
 Não sei vocês, minhas irmãs,mas eu quero ser reconhecida e respeitada usando saia, vestido, usando rosa, tendo orgulho dos meus seios e do meu ventre, sendo mãe, sendo esposa, donzela,princesa  ou não sendo nada disso,mas não por imposição e sim por escolha se  quisermos usar calças, terno, sermos agressivas, não ter traços de delicadeza, sendo guerreira, que seja por escolha, e não pro pressão de ser esse o estereótipo respeitado na sociedade, a sociedade tem que aprender a respeitar todas as diferenças e diversidades que uma mulher pode ter, e não diminuir nenhuma pela sua forma de ser.
Mulheres, não se apaguem, não se transformam em cópias dos homens, eles tem o seu valor e o seu lugar, e nós temos o nosso, não desvalorizem nossas forma de ser, podemos ser guerreiras valorosas e ainda sim mães amorosas, homens são parceiros, não inimigos, não temos que guerrear com eles, temos que juntar nossas forças complementares as deles e lutar por um mundo mais justo.
Mais amor e menos competição entre nós mesmas e para com nossos irmãos complementares!